A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) aberta na semana passada para investigar possíveis irregularidades na contratação e prestação de serviços com a empresa L&A Brasil Locações de Máquinas, feita pela ex-funcionária da prefeitura de Itaguaí, apresentada na Câmara Municipal de Itaguaí como “eleitora” Sueli Pereira da Costa, uma “velha conhecida da política” da cidade. Os vereadores que aprovaram a instalação da CPI são em sua maioria os que ocupavam cargos de secretário na gestão desastrosa de Haroldo Rodrigues de Jesus Neto, o Haroldinho da Reta (PDT), também conhecido como prefeito do “governo do chororô”, com exceção do vice-presidente da Câmara, Fabinho Taciano que não foi secretário, mas recebeu a Secretaria de Esportes de “porteira fechada”, no período.
Na denúncia, Sueli Costa, mais conhecida em Itaguaí pelo escândalo da Camicado, focou no atual prefeito Rubens Vieira de Souza, o Dr. Rubão (Podemos) seu desafeto declarado e “esqueceu” de denunciar o ex-prefeito interino e presidente da Câmara Municipal de Itaguaí. A empresa alvo da investigação foi contratada no governo de Dr. Rubão, mas Sueli na denúncia não citou que Haroldinho da Reta era o presidente da Câmara Municipal e que nunca fiscalizou nenhum contrato, caracterizando crime de prevaricação. Sueli fez a mesma denúncia no Ministério Público (MPRJ), que indeferiu a denúncia, por falta de provas.
Em matérias publicadas no portal de notícias elizeupires.com ficou explícito que além de não ter fiscalizado nenhum contrato da gestão de Dr. Rubão, Haroldinho da Reta quando era prefeito interino, pagou a empresa Brasil Locações de Máquinas no total de R$ 3,3 milhões e empenhou R$ 5,6 milhões para serem pagos em 2025. Um verdadeiro escândalo.

A denunciante Sueli Costa foi funcionária contratada da prefeitura de Itaguaí nas gestões Wesley Gonçalves Pereira, Carlo Bussato Júnior (Charlinho), e Dr. Rubão, sempre ocupando cargos de chefia e sendo exonerada por envolvimento em algum tipo de polêmica. Sueli ficou conhecida por ter sido denunciada pelo ex-marido em 2015, quando ocupava o cargo de ouvidora municipal. Na época, Sueli comprou com recursos próprios da Ouvidoria e sem licitação, garrafas térmicas de café, sanduicheiras, cafeteira, pratos, garfos, xícaras e pires na loja Camicado, em 2015 no valor de R$ 9,2 mil com o pretexto de servir lanches e café para funcionários da Ouvidoria e para o público que lá comparecesse. Sueli comandava uma equipe de 12 funcionários e no período que comandou a Ouvidoria, nenhuma denúncia foi apurada.





























































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