Em decisão comunicada com URGÊNCIA ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Câmara Municipal de Itaguaí, o ministro Dias Toffoli do Supremo Tribunal Federal (STF), revogou a liminar que mantinha o ex-prefeito Rubens Vieira de Souza, o Dr. Rubão (Podemos). Nesse julgamento o STF decidiu que não configura terceiro mandato apenas quando o vereador assume a prefeitura de forma temporária por curto período de tempo. Para Toffoli, não foi o que ocorreu com Rubão, que ocupou a prefeitura nos últimos seis meses que antecederam as eleições de 2020, fora da hipótese prevista na Tese de Repercussão Geral. Com a decisão, Rubão deverá deixar imediatamente o cargo de prefeito e o presidente da Câmara Municipal, Haroldo Jesus, o Haroldinho (PDT) reassumirá a prefeitura.

No período eleitoral, por decisão do TSE, Rubão foi inelegível e disputou o terceiro mandato consecutivo através de uma liminar. Rubão foi reeleito, mas não foi diplomado e nem empossado. No seu lugar, assumiu interinamente o presidente da Câmara, Haroldinho. Que colocou a prefeitura nos trilhos, colocando salários e pagamentos em dia, fazendo um choque de ordem, fazendo obras importantes como a reforma e ampliação do Hospital Municipal São Francisco Xavier, a construção maternidade Nossa Senhora da Guia, o Hospital do Olho entre tantas outras. No período que ficou à frente da prefeitura, Haroldinho manteve Itaguaí no cenário político, como cidade organizada administrativamente, trazendo recursos e obras do Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC).

Ao assumir a prefeitura, Rubão trabalhou para desconstruir o trabalho realizado por Haroldinho, como o cancelamento da tradicional EXPO, levando Itaguaí para o noticiário nacional com vários escândalos. Quem não se lembra do caso menino Miguel que foi morto por picada de cobra, porque o hospital não tinha soro antiofídico e ambulância para fazer o socorro imediato e mais recentemente o escândalo da aplicação de R$60 milhões do Instituto de Previdência de Itaguaí (Itaprevi), investidos no Banco Master, que foi liquidado pelo Banco Central, causando prejuízos para aposentados e pensionistas de Itaguaí.






































































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