Agentes da Polícia Federal (PF) cumpriu nesta sexta-feira (18), sete mandados de busca e apreensão, bem como medidas cautelares da Operação Livre Arbítrio, com o objetivo de investigar a influência de criminosos na eleição municipal de João Pessoa, capital da Paraíba. As investigações contam com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – GAECO da Paraíba. O principal alvo da operação foi o vereador e presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, Valdir José Dowsley, o Dinho Dowsley (PSD), que foi reeleito com a terceira maior votação da capital. Ele nasceu em 14 de maio de 1975 e tem 49 anos. Segundo os registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ele é natural do município de Niterói, no Rio de Janeiro, é divorciado e tem o Ensino Médio completo.

O político começou sua vida no serviço público em 2003, quando foi nomeado chefe de gabinete da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa da Paraíba, na época da gestão do então deputado estadual Rômulo Gouveia como presidente da casa. Em 2004, Dinho se candidatou a vereador de João Pessoa pela primeira vez, sendo eleito. Nas duas eleições seguintes, no entanto, em 2008 e 2012, ficou na suplência, mas chegando a assumir o mandato durante as duas legislaturas diante de licenças ou afastamentos dos titulares. Voltou a ser eleito vereador em 2016, não saindo mais da Câmara de João Pessoa. Foi reeleito em 2020 e agora em 2024. No início da atual legislatura, inclusive, Dinho foi eleito presidente da Câmara de João Pessoa para o biênio 2021/2022, sendo reeleito para o biêncio 2023/2024. Dinho passou pelos partidos PRP, PR, PMN, Avante e agora PSD.
A PF está analisando as eleições em todo o Brasil, investigando as candidaturas que conquistaram mandatos através de ameaças, controle de território e coação para o voto. Estão sendo investigados aqueles teriam exercido influência no pleito eleitoral. Os crimes investigados são: constituição de organização criminosa, uso de violência para coagir o voto, ameaça, lavagem de dinheiro e peculato, dentre outros.
Fontes: Comunicação da Polícia Federal e TV Paraíba





























































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