O Ministério Público Federal (MPF) entrou com pedido de cassação da chapa vencedora nas eleições em Angra dos Reis (RJ). Os candidatos a prefeito e vice-prefeito, o ex-secretário de Governo de Angra dos Reis, Cláudio Ferreti e o presidente da Câmara de Vereadores, Rubinho Metalúrgico (MDB), foram os candidatos apoiados pelo prefeito Fernando Jordão e receberam 42,41% dos votos. A procuradora regional eleitoral Neide Cardoso de Oliveira disse que há suspeita de fraude envolvendo a ata de escolha do candidato a vice-prefeito da Coligação Angra no Caminho Certo.
Rubinho Metalúrgico foi o segundo candidato a vice de Cláudio Ferreti, já que o primeiro, Jorge Eduardo Mascote (PP), teve a candidatura barrada pela Justiça Eleitoral em razão de condenação pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) e decidiu por renunciar a candidatura.
Segundo O MPF, entre as acusações contra a chapa vencedora estão a de que um documento teria sido falsificado para forjar assinaturas de uma ata de reunião que confirmou a candidatura de Rubinho Metalúrgico como companheiro de chapa de Cláudio Ferreti.

Rubinho Metalúrgico então foi anunciado como o substituto, mas a ata que formalizou a troca na vice não foi assinada por todos os partidos da coligação Angra no caminho certo, formada por PP, PDT, MDB, Podemos, PRD, Agir e Solidariedade e só por integrantes do PP, conforme apontou o MPF. A chapa vencedora alega que fez uma reunião extraordinária, em 25 de setembro, mas o Ministério Público Federal viu fortes indícios de falsificação na ata da segunda reunião, como a inserção de declaração falsa ou diversa da que deveria ser escrita, o que constitui crime eleitoral.
Conforme dois depoimentos recolhidos pela Polícia Federal, o presidente local do partido Solidariedade, Leandro Correa da Silva, não esteve na reunião, ou seja, teria assinado a ata apenas depois da realização do encontro.
Fonte: Malu Gaspar





























































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