O mercado clandestino de medicamentos emagrecedores, como a tirzepatida, explodiu no Estado do Rio. Trazidos do Paraguai por via terrestre até Foz do Iguaçu e despachados em voos para o Galeão, os produtos abastecem grupos de vendas online por metade do preço, viajando sem controle sanitário, escondidos até em potes de doces.
Dados da Receita Federal ilustram a gravidade. Em 2024, foram apreendidas 115 unidades. Em 2025, o número saltou para 1.026. Apenas entre janeiro e abril de 2026, já foram retidas 1.771 canetas emagrecedoras. A Polícia Federal (PF) também registrou alta, com 796 apreensões neste ano, superando todo o ano passado.
A obsessão pelo emagrecimento criou uma economia paralela que já atingiu presídios fluminenses. Como muitos desses remédios não possuem a autorização da Anvisa no Brasil, as autoridades intensificam a ação para conter o grave risco gerado à saúde pública.
Fonte: Extra.





































































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