Mais de cem pessoas morreram nesta quinta-feira (29) durante uma distribuição de comida e ajuda humanitária em Gaza, de acordo com o Ministério da Saúde local, controlado pelo Hamas.
O governo do Hamas acusou soldados israelenses que supervisionavam a distribuição de terem disparado contra a população do território palestino. Israel nega.
Em comunicado, as Forças Armadas de Israel rejeitaram a acusação e afirmaram que as mortes ocorreram devido à confusão causada por uma multidão que cercou os caminhões de ajuda humanitária.
“Esta manhã, caminhões de ajuda humanitária entraram no norte de Gaza, os moradores cercaram os caminhões e saquearam os suprimentos entregues. Como resultado dos empurrões, da confusão e dos atropelamentos pelos caminhões, dezenas de habitantes de Gaza foram mortos e feridos”, disse o comunicado.
Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, 104 pessoas morreram e 760 ficaram feridas no incidente. O porta-voz do ministério, Ashraf Al Qudra, afirmou que o massacre aconteceu na rua Al Rashid, uma das principais de Gaza, onde a ajuda humanitária tem sido distribuída aos moradores.
Em comunicado, a Casa Branca classificou o incidente como “um acontecimento sério” e disse que será investigado.
30 mil mortos. O episódio ocorreu no dia em que o número de mortos em Gaza desde o início da guerra entre Israel e o Hamas, em 7 de outubro, ultrapassou a marca de 30 mil pessoas, de acordo com dados do governo local, controlado pelo grupo terrorista.
O levantamento não diferencia as mortes de civis, membros do Hamas e de outros grupos terroristas.
Fonte: G1.




































































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