O desaparecimento de Édson David Silva de Almeida completa dois meses nesta segunda-feira, ainda sem um desfecho. Em 4 de janeiro, ele estava brincando próximo à praia do Posto 4, na Barra da Tijuca, quando sumiu. Sua mãe, Marize Araújo, acredita que ele foi sequestrado ou raptado, mas a polícia não encontrou indícios que corroborassem essa hipótese, e o afogamento é a principal linha de investigação. Marize deseja que o inquérito, em andamento, continue ouvindo novas testemunhas.
“Eu nunca vou desistir de te encontrar, meu filho, eu e Deus sabemos que você não se afogou”, disse ela em uma rede social. “No dia, tinham quase 400 metros sem câmeras, quase 7 escadas sem imagem, o lugar que meu filho desapareceu é ponto cego da praia. Porque querem afogar meu filho sem nenhuma testemunha de afogamento e sem ninguém ter visto ele à beira d’água depois das 16h, próximo ao horário que ele desapareceu?” questionou.
Parentes descartam a possibilidade de afogamento, alegando que o menino tinha medo de entrar na água. No dia 4 de janeiro, salva-vidas sinalizaram com bandeiras vermelhas as condições do mar no local, que estava perigoso para banho devido à correnteza. Édson David acompanhava o pai, que administra uma barraca na areia da praia.
O Corpo de Bombeiros informou que ampliou a área de buscas no mar para todo o estado e que todas as equipes de guarda-vidas estão em alerta. Todas as medidas estão sendo tomadas para localizar a vítima.
A Polícia Civil informou que a investigação continua na Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) e que diversas linhas de investigação foram consideradas, incluindo a possibilidade de sequestro ou rapto. A DDPA ouviu familiares e testemunhas e continua analisando imagens de câmeras de segurança localizadas ao redor da orla.
Fonte: Extra.






































































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