De acordo com a denúncia do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Federal, o grupo tinha como objetivo transportar o arsenal de armas de fogo e munições entre as localidades dominadas por eles na Zona Oeste do Rio de Janeiro, visando manter seu poderio bélico.
Os milicianos, todos de Santa Cruz, estavam em Carobinha, em Campo Grande, para prestar apoio a outro grupo de paramilitares que buscava dominar a região. Durante o confronto, seis criminosos foram baleados e um conseguiu fugir. Cinco deles são considerados lideranças chamadas de “puxadores de bonde”. Os réus irão responder por diversos crimes, incluindo porte ilegal de arma de fogo, transporte de arma de fogo, posse de artefato explosivo e constituição de milícia privada.






































































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