A febre oropouche é causada pelo Orthobunyavirus oropoucheense (Orov) e é principalmente detectada na região amazônica. O primeiro caso no Estado do Rio ocorreu com um homem que havia viajado para a Amazônia e foi confirmado em fevereiro deste ano, após sua volta ao Rio.
A doença é transmitida por mosquitos, podendo circular em ambientes silvestres e urbanos. O vírus permanece no sangue do mosquito por alguns dias após picar uma pessoa ou animal infectado, sendo então transmitido para outras pessoas saudáveis quando o mosquito as pica.
Existem dois ciclos de transmissão: o silvestre, com animais como bichos-preguiça e macacos como hospedeiros, e o urbano, no qual os humanos são os principais hospedeiros.
Os sintomas são semelhantes aos da dengue, incluindo dor no corpo e articulações, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e diarreia. O diagnóstico é clínico, epidemiológico e laboratorial, sendo importante notificar todos os casos para monitorar a disseminação da doença.
Não há tratamento específico, e os pacientes devem repousar e receber tratamento sintomático. Recomenda-se evitar áreas com muitos mosquitos, usar roupas que cubram a maior parte do corpo e aplicar repelente nas áreas expostas, além de manter a casa limpa para evitar criadouros de mosquitos.
Com dez casos já confirmados no Estado do Rio, é essencial seguir as orientações das autoridades de saúde locais e procurar ajuda médica imediatamente se houver sintomas suspeitos.
Fonte: Tupi FM.






































































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