A 3ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Patrimônio Público da Capital ajuizou uma ação civil pública por improbidade administrativa contra o deputado estadual Jorge Felippe Neto e seu avô, o vereador carioca Jorge Felippe. A denúncia atinge também dois dirigentes do Instituto de Terras e Cartografia do Estado (Iterj): o presidente, Robson da Silva Claudino, e a diretora de Administração Fundiária, Mariana Felippe, esposa do deputado. Conforme o MP, a direção do órgão atuou para favorecer os dois parlamentares através de obras de revitalização de praças públicas na Zona Oeste do Rio, o seu principal reduto eleitoral. As investigações iniciaram em 2024, depois que a imprensa noticiou que o instituto realizava obras nas praças, tarefa alheia à sua competência. O MP confirmou que o Iterj celebrou contratos com a Omega Construtora e Serviços, num total de R$ 31,4 milhões. Estas obras só pararam porque o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) apontou o desvio e exigiu a suspensão.
Fonte: Elizeu Pires.








































































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