O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), relator do projeto que acaba com as “saidinhas” de presos, está focando na agenda de segurança pública para se manter em destaque. Além de discutir a redução da maioridade penal, ele solicitou a relatoria de dois projetos na Comissão de Segurança Pública do Senado: um sobre a utilização de tornozeleira eletrônica em agressores de mulheres e outro sobre o Ministério Público poder fechar acordos com investigados, conhecido como persecução penal.
A redução da maioridade penal é um tema de longa discussão no Congresso, e Flávio deseja liderar esse debate. Ele considera que existem três possibilidades para encaminhar a questão: diminuir a idade penal para 16 anos, abolir a idade penal ou condenar menores de 16 anos que cometem crimes hediondos a penas de adultos.
O senador ganhou destaque ao relatar o projeto do fim das “saidinhas”, que foi aprovado recentemente. Porém, sua busca por protagonismo na discussão da redução da maioridade penal pode esbarrar na cúpula do Senado, que não prevê dar a ele esse destaque. A esquerda ficou insatisfeita com a situação, o que torna improvável que Flávio volte a liderar um projeto de grande repercussão. A proposta de redução da maioridade penal também pode não ser discutida, e caso seja, o relator provavelmente não será Flávio Bolsonaro.





























































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